Que desatino louco é essa mulher?
Que não me vê chorando, perdido nos seus cabelos
Um devaneio constante em minh'alma
De aperto do coração
A sorriso no rosto
O que ela me faz, nem ela deve saber
Não se explica, e creio que não é novo
Já é de antes, de muito antes, daquele tempo em quem o sol
Se punha sob telhados de barro
Do tempo em que olhares
Não eram somente olhares
Quero no meu jazigo
"Morreu, mas morreu feliz, pois na vida se apaixonou!"
Resumindo, viveu!
Ou melhor, vivi!!!
Que não me vê chorando, perdido nos seus cabelos
Um devaneio constante em minh'alma
De aperto do coração
A sorriso no rosto
O que ela me faz, nem ela deve saber
Não se explica, e creio que não é novo
Já é de antes, de muito antes, daquele tempo em quem o sol
Se punha sob telhados de barro
Do tempo em que olhares
Não eram somente olhares
Quero no meu jazigo
"Morreu, mas morreu feliz, pois na vida se apaixonou!"
Resumindo, viveu!
Ou melhor, vivi!!!
Lincon Zarbietti

0 comentários:
Postar um comentário