quarta-feira, janeiro 09, 2008

Ninguém

"Minha afrodite,
por onde andas?
Quando eu menos deveria pensar
Pensei
Por que ela? E se era de fato, ela?
E no calor do suor
Dos corpos entrelaçados
Vi que poderia ser ela
Mas também a que tinha em meus braços
Podia ser aquela que me lança olhares na rua
Aquela que soletra meu nome
Ou até mesmo aquela que nem me nota
Notei que não seria somente uma
Seriam todas
E sendo todas, não seria ninguém
Podendo eu
Respirar sossegado
Sabendo que é melhor estar só
do que mal acompanhado"

Lincon Zarbietti

1 comentários:

Camila Pena disse...

poxa vida, você é um poeta menino! =)

adorei esse! hehe