Por quê eu não guardo no peito
nem na mente
e muito menos na língua
o que sinto
Talvez o que penso
Mas o que sinto
transborda na saliva
Quente e viscosa
como o sangue que corre no meu coração
que ferve dia-a-dia
que não se guarda no peito
Lincon Zarbietti

0 comentários:
Postar um comentário