"Para oeste, meu filho!
Eles sempre bradavam
Mas eu costumava seguir
meu próprio sentido
Desgarrado, rebelde novilho
que os erros maturavam
Sempre querendo partir
daquele inferno doído
Fugindo da vida sem brilho
Das bocas que sempre rugiam
Na chance de abstrair
e encontrar um jardim florido
Não mais preso ao espartilho
Das mãos que torturavam
Nem quando fraco, ao cair
Da força e da garra despido
Mesmo partido o ílio
as dores que dos olhos escorriam
Lutar, sem se inibir
E nunca na vida, tornar-se um ébrio abatido"
Eles sempre bradavam
Mas eu costumava seguir
meu próprio sentido
Desgarrado, rebelde novilho
que os erros maturavam
Sempre querendo partir
daquele inferno doído
Fugindo da vida sem brilho
Das bocas que sempre rugiam
Na chance de abstrair
e encontrar um jardim florido
Não mais preso ao espartilho
Das mãos que torturavam
Nem quando fraco, ao cair
Da força e da garra despido
Mesmo partido o ílio
as dores que dos olhos escorriam
Lutar, sem se inibir
E nunca na vida, tornar-se um ébrio abatido"
Lincon Zarbietti

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