"O que ficou do desamor
lembranças cruas da dor
A boca seca de vingança
que nem o tempo faz mudança
De tudo que foi paixão
o sopro quente no coração
Fez-se pó errante de desgosto
de vingança que almeja teu víl rosto
O vermelho paixão mudou de tom
Virou vermelho raiva, escuro sem som
Ânsia maldita
Confusão infinita
De fato, não sou eu escrevendo
este, você criou, adestrou sofrendo
Na palma da mão obscena
que engana, é santa, faz cena
E dentro do turbilhão emocional
fui feito irracional
E agora, pensando novamente
vai ser diferente!
Sem rima, sem emoção
ódio, raiva, dor, tesão
No simples passo sem insegurança
Amo, descrença e Vingança!"
lembranças cruas da dor
A boca seca de vingança
que nem o tempo faz mudança
De tudo que foi paixão
o sopro quente no coração
Fez-se pó errante de desgosto
de vingança que almeja teu víl rosto
O vermelho paixão mudou de tom
Virou vermelho raiva, escuro sem som
Ânsia maldita
Confusão infinita
De fato, não sou eu escrevendo
este, você criou, adestrou sofrendo
Na palma da mão obscena
que engana, é santa, faz cena
E dentro do turbilhão emocional
fui feito irracional
E agora, pensando novamente
vai ser diferente!
Sem rima, sem emoção
ódio, raiva, dor, tesão
No simples passo sem insegurança
Amo, descrença e Vingança!"
Lincon Zarbietti

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